Reconhecer padrões
Perceber repetições que atravessam relacionamentos, escolhas e formas de reagir às situações da vida.
Há experiências que carregamos em silêncio por tanto tempo que começamos a acreditar que precisamos dar conta delas sozinhos. A terapia em grupo cria um espaço protegido de escuta e troca, no qual a palavra do outro também pode ajudar você a reconhecer conflitos, padrões e sentimentos da própria história.
Os encontros são online, mediados por Thiago Martines, psicanalista, e destinados a homens e mulheres no Brasil e brasileiros que vivem no exterior.
A participação começa com uma conversa individual de alinhamento.

Imagem ilustrativa. Os encontros do grupo acontecem por videoconferência.
Muitas pessoas chegam à terapia acreditando que determinados conflitos pertencem somente a elas. Medo de rejeição, dificuldade de estabelecer limites, relações que repetem os mesmos padrões, ansiedade, culpa, solidão, autocobrança ou a sensação constante de precisar ser forte.
No grupo, histórias diferentes começam a revelar pontos de encontro.
Não porque todos vivem a mesma experiência, mas porque ouvir o outro pode produzir perguntas sobre nós mesmos que dificilmente surgiriam da mesma maneira no isolamento.
“Às vezes, é na história do outro que reconhecemos algo que ainda não conseguíamos nomear na nossa.”
Na perspectiva psicanalítica, o grupo não apaga a singularidade de quem participa. Cada pessoa chega com sua história, seus conflitos e sua maneira particular de se relacionar.
Ao mesmo tempo, o encontro com outras pessoas cria uma experiência singular: aquilo que alguém fala pode provocar identificação, incômodo, lembranças, perguntas e novas associações.
O grupo torna-se, assim, um espaço no qual é possível observar não apenas aquilo que contamos sobre nós, mas também a maneira como nos posicionamos diante do outro.
Perceber repetições que atravessam relacionamentos, escolhas e formas de reagir às situações da vida.
Dar forma a sentimentos e conflitos que muitas vezes aparecem apenas como ansiedade, angústia, irritação ou silêncio.
Escutar outras histórias pode abrir novas formas de compreender aquilo que parecia ter apenas uma interpretação possível.
A terapia em grupo pode ser especialmente interessante para homens e mulheres que percebem conflitos recorrentes na maneira como se relacionam consigo mesmos e com os outros.
Conflitos amorosos, familiares ou interpessoais que parecem mudar de personagem, mas repetem a mesma dinâmica.
Quando existe a impressão de que ninguém compreenderia aquilo que você sente ou de que precisa resolver tudo sozinho.
Momentos em que pensamentos, cobranças e responsabilidades ocupam espaço demais e dificultam encontrar uma saída.
Quando dizer “não”, sustentar escolhas ou lidar com a expectativa dos outros se transforma em culpa ou conflito.
Para quem deseja compreender melhor seus afetos, escolhas, comportamentos e formas de se relacionar.
Separações, mudanças profissionais, perdas, recomeços e outras transições que reorganizam a maneira como enxergamos a própria vida.
Os encontros acontecem por videoconferência, permitindo a participação de homens e mulheres de diferentes regiões do Brasil e de brasileiros que vivem no exterior.
Cada encontro possui aproximadamente 90 minutos, criando tempo para a circulação da palavra e para o desenvolvimento das questões trazidas pelo grupo.
As turmas possuem número limitado de participantes para preservar a qualidade da escuta, a possibilidade de participação e a construção de vínculo entre os integrantes.
Thiago Martines acompanha e media os encontros, intervindo quando necessário para favorecer a elaboração das questões que surgem no grupo.
Periodicidade, horários, investimento e composição de cada turma são informados durante o processo de entrada, de acordo com o grupo em formação.
Um grupo terapêutico não deve ser formado apenas pela ordem de chegada. Antes da participação, realizamos uma conversa individual para compreender o momento de cada pessoa, explicar a dinâmica dos encontros e avaliar se aquela turma faz sentido para sua demanda.
A confidencialidade é uma regra fundamental para a participação. Os integrantes assumem o compromisso de não compartilhar fora do grupo relatos, histórias ou informações pessoais conhecidas durante os encontros.
O respeito ao tempo de fala, às diferenças e aos limites de cada participante também faz parte do enquadre estabelecido para o grupo.
Escutar também faz parte do processo. Ninguém é obrigado a expor uma experiência antes de se sentir preparado para falar sobre ela.

Thiago Martines
Psicanalista
Minha função no grupo não é oferecer respostas prontas nem transformar o encontro em uma sequência de conselhos.
Como mediador, acompanho a circulação da palavra, as questões que aparecem nas relações entre os participantes e os movimentos que podem ajudar cada pessoa a elaborar aquilo que trouxe para o encontro.
O objetivo é preservar um espaço de escuta, respeito e reflexão no qual cada participante possa construir suas próprias compreensões.
Conteúdo clínico
No Instagram da clínica, compartilho reflexões sobre ansiedade, relacionamentos, autoconhecimento, emoções e outros temas relacionados à saúde mental.
@thiagopsicanalistaA relação terapêutica acontece diretamente entre analisando e psicanalista, permitindo aprofundar a história e as associações daquele sujeito dentro desse vínculo.
Conhecer a terapia individual online →Além da mediação do psicanalista, existe o encontro com outras histórias. Identificações, diferenças e relações estabelecidas no próprio grupo também podem se transformar em material de elaboração.
São experiências diferentes e, dependendo do momento e da demanda de cada pessoa, podem inclusive ser complementares.
Não. O tempo de cada pessoa é respeitado. Escutar também faz parte da experiência do grupo, e a participação pode acontecer gradualmente à medida que você se sente mais confortável.
Sim. A confidencialidade é uma das regras fundamentais de participação. Todos assumem o compromisso de preservar, fora dos encontros, as histórias e informações pessoais compartilhadas pelos demais integrantes.
Na terapia individual, o processo acontece principalmente na relação entre analisando e psicanalista. No grupo, além dessa mediação, a fala, as identificações e as relações com os demais participantes também podem produzir material para reflexão e elaboração.
Os encontros têm aproximadamente 1 hora e 30 minutos.
Sim. Como os encontros são online, brasileiros residentes no exterior também podem participar, desde que o horário da turma seja compatível com seu fuso horário.
Antes da entrada existe uma conversa individual de alinhamento. Esse momento serve para compreender sua demanda, explicar o funcionamento e avaliar se a turma disponível é adequada ao seu momento.
O primeiro passo é entrar em contato pelo WhatsApp. Você receberá informações sobre os grupos em formação e sobre a conversa individual que antecede a entrada.
Se esta proposta fez sentido para você, o primeiro passo não é assumir nenhum compromisso. É conversar sobre o seu momento e entender se a experiência em grupo pode fazer sentido agora.
Turmas com vagas limitadas para preservar a qualidade da experiência terapêutica.